Interface zero: por que os melhores sistemas estão desaparecendo da tela
A interface mais eficiente é aquela que exige a menor quantidade de decisões.

Existe uma confusão comum entre interface limpa e interface pobre. Elas se parecem em uma captura de tela e são opostas no uso.
Limpeza não é subtração aleatória
Uma tela fica boa quando as decisões estão ordenadas: primeiro o que o usuário vem fazer, depois o que ele às vezes faz, por último o que ele quase nunca faz. Quando essa ordem existe, remover elementos é natural. Quando não existe, remover apenas esconde o problema.
Três perguntas úteis
- Qual é a ação principal desta tela? Se houver mais de uma resposta, a tela tem mais de um propósito.
- O que o usuário precisa saber para tomar essa decisão sem sair daqui?
- O que está na tela apenas porque alguém não quis decidir?
O custo escondido
Cada elemento visível cobra atenção. Em um aplicativo usado todos os dias, esse custo se acumula. É por isso que sistemas maduros costumam ficar mais silenciosos com o tempo, não mais cheios.
O ângulo do SUB-ZERO
Este é um texto de método e observação de design. Não apresentamos aqui dados de pesquisa de usabilidade: quando trouxermos números, virão com a fonte original.
Fontes
Este texto é uma análise editorial de critérios e não apresenta dados factuais externos. Quando um artigo traz números, preços ou especificações, cada informação aparece aqui com a fonte que a sustenta.

